ninguém se atreve a jogá-lo fora e não há motivo aparente, até então...
deito-me no sofá e observo as grades na janela...em como elas nos esconde do mundo finjindo que protegem...permito-me seguir teu perfume e me vejo agora ao teu lado...caminhando juntas...vc não me percebe, como sempre, mas eu estou ai, ao seu lado... o vento sopra leve e sinto mais forte seu cheiro...nossa, como estás bela...
então vc pára na banca e compra uma bala, a despe cmo se fosse a si mesma, com toda a calma e sensualidade que só há em você... sultilmente a leva a boca e então noto teus lábios carnudos com o batom vermelho brilhante... lembro-me de quando eram meus...
você então acelera o passo e quase lhe perco entre a multidão...meu coração acelera, talvez não suportasse perdê-la novamente... vou ao seu lado até o prédio mais alto da avenida, acredito ali ser seu local de trabalho... despeço-me, vc não me nota... e eu retorno ao meu sofá...e embora ainda esteja observando as grades da janela, agora elas já não tem o mesmo significado de antes... aonde antes eu via impossibilidade...agora vejo um trampolim de oportunidades...e mesmo sentindo-me ainda como um sapato velho no canto da sala..tudo agora me é possivel...
Carol,
ResponderExcluirFeliz em ver você por aqui!
:D
Gosto dos seus textos descritivos e tão cheios de sentimentos.
Bem vinda amiga!
:***